Novidade
ART ONLINE
Curso de RT Módulo Avançado - Produtos de Origem Animal
13 a 16 de maio - Inscrições abertas
Anuidade 2019
As condições e valores são os mesmos de 2018
Seminário de RT (Medicina Veterinária - Módulo Básico)
DATA: 26 de março de 2019 (terça-feira)
Seminário de RT (Módulo Básico) para Zootecnistas
15 de março de 2019
Como fazer denúncia Ética Profissional

Exames realizados em dois macacos encontrados mortos em dezembro de 2018, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), confirmam que os animais tinham febre amarela. Em documento encaminhado à universidade na semana passada, a Vigilância de Zoonoses de Cuiabá solicita que a UFMT informe qualquer caso de animal doente ou morto para "evitar a transmissão para as pessoas".

A demora na entrega do laudo é justificada pelas normas estabelecidas pelo Ministério de Saúde, que determina que os diagnósticos têm que ser feitos em laboratório de referência regional. No caso de Mato Grosso, o laboratório referência é o Instituto Evandro Chagas, no Pará. 

A Vigilância em Zoonoses destaca que à época da remoção do animal do zoológico da UFMT, foi cumprido o protocolo, com orientações no local e vacinação de pessoas que ainda não eram imunizadas.  

Como a febre amarela é transmitida?

O vírus da febre amarela é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados. A doença não é passada de pessoa a pessoa. Há dois diferentes ciclos epidemiológicos de transmissão: o silvestre e o urbano. Apesar desses ciclos diferentes, a febre amarela tem as mesmas características sob o ponto de vista etiológico, clínico, imunológico e fisiopatológico.

No ciclo silvestre da febre amarela, os primatas não humanos (macacos) são os principais hospedeiros e amplificadores do vírus e os vetores são mosquitos com hábitos estritamente silvestres, sendo os gêneros Haemagogus e Sabethes os mais importantes na América Latina. Nesse ciclo, o homem participa como um hospedeiro acidental ao adentrar áreas de mata. No ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos (Aedes aegypti) infectados.   

Fonte: Gazeta Digital